quarta-feira, 18 de junho de 2008

Deum - Mithras




Culto romano do deus Mithras


O nome Mithras foi adoptado por soldados Romanos entre o primeiro e o quarto centenário AD, e é a figura central de uma antiga religião persa. Foi difundido em todo o Império Romano.


Relacionar com a gruta de Ratapignata - por desenvolver.




Mithraeum:


O espaço de culto do Mitaísmo era organizado como uma "imagem do Universo". Os Mithrae são geralmente em espaços fechados, caves construídas ou naturais. Geralmente encontram-se debaixo de outras construções, como é o caso da gruta de Ratapignata.



Os espaços previam trinta a quarenta pessoas. A sua maioria têm bancos laterais o que pode levar à ideia de haver espaço para uma mesa no meio.



Rituais:


Não existem descrições dos rituais em número suficiente para se poder afirmar um padrão. Pode-se considerar que os rituais mudavam geograficamente. Seguindo o contexto iconográfico, parece existir uma relação entre os solistícios. A alma atravessaria o universo numa pré-existência, nascimento, e para lá do corpo físico, para uma vida depois da morte.



Havia sete graus, os primeiros quatro eram de progresso espiritual:



Corax
Nymphus
Miles
Leo



Os últimos três já seriam graus de "iniciados":


Perses
Heliodromus
Pater







Mais informação em inglês na Wikipedia.


O solstício de Inverno e o Natal:


Em várias culturas ancestrais à volta do globo, o solstício de inverno era festejado com comemorações que deram origem a vários costumes hoje relacionados com o Natal da religião cristã. O solstício de inverno, o menor dia do ano, a partir de quando a duração do dia começa a crescer, simbolizava o início da vitória da luz sobre a escuridão. Festas pagãs das mitologias persa e indú referenciavam as divindidades de Mitra como um símbolo do "Sol Vencedor", marcada pelo solstício de inverno. A cultura do império romano incorporou a comemoração dessa divindade através do Sol Invictus. Com o fortalecimento da religião cristã, a data em que se comemorava as festas pagãs do "Sol Vencedor" passaram referenciar o Natal através da comemoração do nascimento de Jesus Cristo, sem vínculos diretos com as antigas festas pagãs.

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