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quinta-feira, 13 de novembro de 2008

Personalia - Victor Amadeus I

Victor Amadeus I, Duque da Savóia. Torino, 1587 - 1637


Cognome Leão de Susa. Casou-se com Christine Marie filha de Henri IV de França. Herdou os problemas do seu pai, Carlos Emmanuel I, com a Espanha, apesar de ser filho de Catherine Micaela infanta de Espanha. Senhora de enorme beleza, como se pode ver na imagem seguinte, que não resisto a reproduzir:

Para o "1621" interessa aprofundar o seguinte facto histórico que retirei da Wiki:
Charles Emmanuel obtained the help of French troops to free Alba from the Spaniards (January 1617), as the new King Louis XIII resumed his father's former alliance with Savoy. His sister Christine Marie was married with Charles Emmanuel's son, Victor Amadeus in 1619.

sexta-feira, 3 de outubro de 2008

Personalia - Duque de Alba

29 de 1507–11 de Dezembro 1582


Don Fernando Álvarez de Toledo y Pimentel, 3º Duque de Alba (em castelhano: Don Fernando Álvarez de Toledo y Pimentel, tercer duque de Alba)

General espanhol e governador da Flandres (1567-1573), chamado "o duque de ferro" pelos protestantes dos Países-Baixos por causa da sua rudeza e crueldade.

Histórias das atrocidades dos tércios fazem parte, para neerlandeses e ingleses, de uma certa literatura anti-espanhola, que constuitui parte da Lenda Negra.

quinta-feira, 19 de junho de 2008

Personalia * Christian Van den Bosch


Christian Van den Bosch, personagem de ficção do "1617" volta a estar presente no "1621". Amigo de Peter Cornelius ajuda-o na viagem e a tomar conta da criança (Miguel Molan).
Nasceu em Bruges por volta de 1549. Foi educado pelos pais até aos doze anos e entregue como pagem a D. Luís de Quijada que o levou para a Alemanha ao serviço de D. Carlos V. Conheceu "Jeromin" que mais tarde seria D. Juan de Áustria. Viveram juntos em Villagarcía de Campos, perto de Valladolid no castelo do senhor de Quijada. Ambos foram educados por Doña Magdalena de Ulloa. Separados na adolescência voltaram a encontrar-se na guerra contra os turcos.
Atravessou os Alpes em 1567 num dos tercios do Duque de Alba, esteve na batalha de Lepanto em 1571, Mook em 1574 e indignou-se com o saque de Antuérpia em 1576. Afastou-se então dos campos de batalha e começou a trabalhar como informador de D. Alejandro Farnesio.
Em 1679, ano da morte de D. Juan de Austria, estáva em Bruxelas ao serviço dos Austrias como espião dos movimentos de Guilherme de Orange. É por essa altura enviado por Farnésio a Madrid, uma aventura que envolvia o nome de D. Ana de Áustria e do Frei Agostinho Miguel dos Santos. Uma intriga de corte que o ultrapassa e o obriga a fugir para não morrer enforcado ou ir parar às galés.
A Flandres católica também não era lugar seguro para ele e partiu para os territórios protestantes onde foi forçado a entrar para um exército mercenário da casa de Orange. É nesta confusão que antecede a União de Utrecht que tem a oportunidade de embarcar em Vlissingen para as Índias Orientais.
Encontrou-se com Peter em 1610 e em Janeiro de 1615 em Jakatra, com cerca de setenta anos de idade, decide regressar à sua terra natal e, acompanha Peter Cornelius na sua viagem a Goa.
Parte só com uma dúvida: se a sua terra natal é em Espanha ou na Flandres.
As aventuras em Goa, sobretudo as de saias, acabam por lhe causar dissabores. Guzman, outra personagem do referido romance e que protagoniza o papel de chefe da polícia, facilmente consegue que o desgraçado seja preso pela Inquisição como herege. É Peter, com a ajuda dos Maratas que o libertará. Fogem para Cochim e daí continuarão viagem a bordo de um navio fretado pelas gentes de nação.